6 maiores mitos da computação em nuvem

Postado em: 17 de agosto de 2016 - Por: Infolink

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A computação em nuvem é um assunto cada vez mais debatido em setores de TI de empresas de todos os tamanhos. Este conceito tem ganhado força junto com a evolução das soluções de virtualização, permitindo a criação de ambientes híbridos com uma gestão centralizada e mais dinâmica. O aumento da oferta de fornecedores de cloud computing também faz com que a maior concorrência torne os valores cada vez mais acessíveis.

Porém, alguns mitos ainda colocam dúvidas na cabeça de muitos gestores sobre os reais benefícios da computação em nuvem para o negócio. Por isso, listamos, aqui, os 6 maiores mitos sobre cloud computing para que você possa esclarecer suas dúvidas e tirar suas próprias conclusões.

 

#1 Computação em nuvem é uma tendência passageira

Em 2013, o mercado de computação em nuvem faturou algo em torno de U$ 43 bilhões. Este número vem tendo um aumento exponencial, e segundo o instituto IDC, estes serviços devem faturar U$ 107,00 bilhões em 2017, representando um crescimento de quase 300% em apenas 4 anos. Difícil uma tendência gerar tanto volume de receitas, não acha?

Para reforçar que computação em nuvem não é uma tendência, praticamente todos os grandes players de tecnologia têm alterado suas estratégias comerciais para computação em nuvem. A IBM, por exemplo, em 2014, vendeu quase toda sua linha de servidores físicos para a Lenovo, para direcionar os recursos levantados na criação de ofertas de cloud computing.

Depois da Amazon, que foi uma das pioneiras neste tipo de oferta, outros grandes players de TI, como Microsoft, Google e InfoLink têm investido pesado em ofertas de computação em nuvem, entendendo que esse é o futuro do ambiente de TI de praticamente todas as empresas.

 

#2 Computação em nuvem não é segura

A computação em nuvem só não é segura se os administradores da conta não realizarem corretamente as configurações de segurança. É importante frisar que, ao se contratar um serviço de cloud computing, o fornecedor da solução garante que somente pessoas autorizadas tenham acesso a sua própria conta.

Porém, os gestores das contas precisam ter atenção e zelo com as suas senhas de acesso, e tomar os mesmos cuidados com seus servidores em relação à conectividade, mantendo as portas seguras e, sempre que possível, a comunicação criptografada.

 

#3 Computação em nuvem é somente para grandes empresas

Um dos maiores benefícios da computação em nuvem é seu baixo custo de aquisição, dispensando a necessidade de grandes investimentos em servidores e outros ativos de TI.

Este baixo custo de aquisição torna a computação em nuvem muito atrativa para pequenas e médias empresas, que, de um modo geral, têm um orçamento muito mais restrito em relação a investimentos em tecnologia.

Uma grande vantagem para empresas de todos os tamanhos é a possibilidade de se criar um ambiente de TI híbrido. Ou seja, é possível manter parte da estrutura local (on premise) e outra na nuvem. Isso faz com que a empresa continue usufruindo de toda a infraestrutura já instalada, e, conforme a necessidade de ampliação, possa integrar seu ambiente atual com um novo ambiente na nuvem, gerenciando tudo com de um único ponto de controle.

# 4 Computação em nuvem é complexa de gerenciar

A evolução das soluções de computação em nuvem, como novas ferramentas de virtualização e data centers virtuais, permitem criar uma infraestrutura híbrida, com uma gestão centralizada de todo o ambiente de TI, muito mais simples e fácil de administrar.

Com um único gerenciador, este tipo de solução permite controlar todos os servidores físicos e virtuais, locais ou na nuvem, como se estivessem no mesmo ambiente.

Ao contrário do mito de que computação em nuvem é complexa de se gerenciar, o fato de ter uma gestão centralizada e integrada com o ambiente on premise, além de mais simples, torna todos os serviços relacionados ao suporte e atualizações muito mais rápidos.

 

#5 Computação em nuvem tem um longo retorno sobre os investimentos – ROI

O retorno sobre investimento em computação em nuvem é o indicador mais atrativo para gestores financeiros. Em alguns casos, dependendo dos custos atuais para manutenção do ambiente on premise, o retorno ao se migrar para cloud é imediato.

Porém, é preciso lembrar que parte da infraestrutura de TI on premise deve ser renovada com frequência, em média a cada 3 anos, para que os servidores e ativos estejam sempre sendo atendidos pelos prazos de garantia e contratos de suporte dos fabricantes.

Essa renovação acarreta em altos investimentos, além de todos os custos adicionais com suporte, manutenção e consumo de energia.

Então, mesmo que o valor mensal de um ambiente de computação em nuvem seja maior do que os custos atuais para manutenção do ambiente on premise, ao considerar que não haverá mais necessidade de altos investimentos a cada 3 anos, o retorno sobre investimento de cloud computing se torna muito mais atrativo.

 

#6 Computação em nuvem dispensa a necessidade de uma equipe de TI

Este mito pode ser parte verdade, mas não dispensa uma equipe de TI por completo. Ao migrar parte da infraestrutura para computação em nuvem, alguns serviços mais operacionais podem não ser mais necessários, ou serem realizados com mais agilidade, reduzindo a necessidade de parte da mão de obra.

Porém, a empresa continua precisando de gestores para focarem na forma como a TI pode agregar valor ao negócio, buscando novas soluções, conhecendo fornecedores e testando novas tecnologias.

Além disso, parte dos serviços de uma equipe de TI continua sendo essencial, como o atendimento aos usuários, monitoramento das soluções e suporte aos ativos de ponta.

Considerações finais

Cada vez mais a TI tem um papel fundamental nas estratégias de negócio, em muitos casos, sendo responsável direta pelo diferencial competitivo das empresas.

Além de todas as vantagens citadas neste artigo, que desvendam todos os mitos negativos sobre este tipo de solução, a computação em nuvem permite que os gestores de TI consigam focar em melhorias diretas para os resultados da empresa, tendo mais recursos para investimentos e tempo para encontrar novas soluções.

E você, já utiliza computação em nuvem na sua empresa? Não deixe de ler este artigo: Como fazer para a sua empresa migrar para a nuvem híbrida?

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